Decidi ir a festa do Lindo!!!
Tomara que tudo dê certo.
To ansiosa e com um medinho básico.
Ai, Jesus, me ajuda!
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
domingo, 21 de outubro de 2007
Ir ou não ir?
Lindo me convidou para uma festa dia 4.
Será o reencontro da turma dele de faculdade, e também será a comemoração do niver dele. No mesmo dia haverá a comemoração de um ano da filha da minha amiga... agora estou na dúvida... vou ou não vou a festa dele?
Uma amiga disse que eu devo ir a festa dele sim, afinal mora em outra cidade, quase não nos vemos. Já a bebê eu posso ver quando quiser.
E agora, o que será que vou fazer?
Será o reencontro da turma dele de faculdade, e também será a comemoração do niver dele. No mesmo dia haverá a comemoração de um ano da filha da minha amiga... agora estou na dúvida... vou ou não vou a festa dele?
Uma amiga disse que eu devo ir a festa dele sim, afinal mora em outra cidade, quase não nos vemos. Já a bebê eu posso ver quando quiser.
E agora, o que será que vou fazer?
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Lindo
Penso que nunca me senti tão útil ao Lindo como nos últimos dias.
Tenho me dedicado a ajudá-lo, como sempre desejei fazer e nunca havia tido uma oportunidade. Finalmente ela chegou e a abracei com unhas e dentes.
Lindo não foi tão amável e gentil comigo tempos atrás, mas eu o perdoei. Essa é a melhor qualidade que se pode ter enquanto ser humano, filhos de Deus.
Tudo bem que volta e meia me lembro de algumas coisas chatas, mas trato logo de pensar em coisas boas para afastar as nuvenzinhas da desconfiança e angústia.
Se estou certa ou errada, isso não faz a menor diferença no momento.
Amo Lindo, muito mais do que imaginava.
As vezes sinto que temos uma história para viver juntos... ai, ai.... sonhar faz bem né!
Quem sabe um dia eu venha aqui escrever a nossa história vitoriosa. Sim, porque o passado ficou lá atrás. E se tenho uma oportunidade de recomeçar, por que continuar remoendo algo que passou?
Viva a nova chance que a vida está plantando em minha vida!
Tenho me dedicado a ajudá-lo, como sempre desejei fazer e nunca havia tido uma oportunidade. Finalmente ela chegou e a abracei com unhas e dentes.
Lindo não foi tão amável e gentil comigo tempos atrás, mas eu o perdoei. Essa é a melhor qualidade que se pode ter enquanto ser humano, filhos de Deus.
Tudo bem que volta e meia me lembro de algumas coisas chatas, mas trato logo de pensar em coisas boas para afastar as nuvenzinhas da desconfiança e angústia.
Se estou certa ou errada, isso não faz a menor diferença no momento.
Amo Lindo, muito mais do que imaginava.
As vezes sinto que temos uma história para viver juntos... ai, ai.... sonhar faz bem né!
Quem sabe um dia eu venha aqui escrever a nossa história vitoriosa. Sim, porque o passado ficou lá atrás. E se tenho uma oportunidade de recomeçar, por que continuar remoendo algo que passou?
Viva a nova chance que a vida está plantando em minha vida!
sábado, 13 de outubro de 2007
Balanço do dia das crianças
Então, lá fui eu debaixo de um sol quente de lascar, rumo ao parque para trabalhar como voluntária.
Logo no início me irritei porque estavam racionando a água. Você quer água? Espere uns minutinhos porque não estamos servindo água ainda.
Nossa isso me irritou! Como esperar? Eu estava com muita sede! Resolvi ir até um posto de gasolina e comprar água pra mim e duas colegas.
Já eram mais de 4 da tarde quando liberaram os brinquedos. Fui escalada para ficar no pula-pula, aquele que parece um castelo. Foi gratificante ver as expressões de felicidade da criançada.
Começou de forma organizada, com direito a filas separadas por tamanho. Não misturávamos os tamanhos por medo de as crianças maiores, na empolgação, acabar machucando os menorzinhos.
A criançada estava colaborando legal... isso até entrar em cena os pais!
Meu Deus! Como os pais deram trabalho! Melhor dizendo: como as mães deram trabalho! Era um tal de furar fila, de tentar garantir a diversão dos filhos se amontoando sobre os mesmos. Uma mulher começou a reclamar que tinha criança que estava quase desmaiando, aí não resisti e retruquei dizendo que se as mães não saíssem de 'cima' das crianças, com certeza elas passariam mal. Outra reclamou que tinha criança passando na frente das outras, mais uma vez eu disse que se os pais não se organizassem, não haveria como evitar esse tipo de situação.
Nós tirávamos os pais de cima, organizava as filas, e menos de 5 minutos depois, já estavam todos amontoados sobre as crianças! Que situação!
Eu olhava para aqueles rostinhos e explicava que deveriam esperar, que iam os menores primeiro e logo depois os maiores entravam, e vice-versa, e eles entendiam numa boa, com direito a sorrisos! Já as mães....
Para resumir a experiência
Não vou esquecer das carinhas de alegria e satisfação, dos gritinhos de felicidade, dos olhares ansiosos esperando sua vez, dos pequenininhos que se recusavam a sair de dentro do castelinho, tamanha era a alegria de pular.
Isso me deixou enternecida e com mais vontade de fazer parte desse mundo materno.
Talvez, depois de experimentar a maternidade, eu entenda a confusão que as mães fizeram.
Também não vou me esquecer das mães e pais que se realizavam ao ver seus pequenos pulando!
Isso compensou a dor nos pés e pernas, afinal foram 4 horas de trabalho.
O que me estressou de vez no final da noite, foi o fato de ter que voltar a pé pra casa!
Aff! Preciso, urgentemente, comprar uma moto!
hehehehe
Logo no início me irritei porque estavam racionando a água. Você quer água? Espere uns minutinhos porque não estamos servindo água ainda.
Nossa isso me irritou! Como esperar? Eu estava com muita sede! Resolvi ir até um posto de gasolina e comprar água pra mim e duas colegas.
Já eram mais de 4 da tarde quando liberaram os brinquedos. Fui escalada para ficar no pula-pula, aquele que parece um castelo. Foi gratificante ver as expressões de felicidade da criançada.
Começou de forma organizada, com direito a filas separadas por tamanho. Não misturávamos os tamanhos por medo de as crianças maiores, na empolgação, acabar machucando os menorzinhos.
A criançada estava colaborando legal... isso até entrar em cena os pais!
Meu Deus! Como os pais deram trabalho! Melhor dizendo: como as mães deram trabalho! Era um tal de furar fila, de tentar garantir a diversão dos filhos se amontoando sobre os mesmos. Uma mulher começou a reclamar que tinha criança que estava quase desmaiando, aí não resisti e retruquei dizendo que se as mães não saíssem de 'cima' das crianças, com certeza elas passariam mal. Outra reclamou que tinha criança passando na frente das outras, mais uma vez eu disse que se os pais não se organizassem, não haveria como evitar esse tipo de situação.
Nós tirávamos os pais de cima, organizava as filas, e menos de 5 minutos depois, já estavam todos amontoados sobre as crianças! Que situação!
Eu olhava para aqueles rostinhos e explicava que deveriam esperar, que iam os menores primeiro e logo depois os maiores entravam, e vice-versa, e eles entendiam numa boa, com direito a sorrisos! Já as mães....
Para resumir a experiência
Não vou esquecer das carinhas de alegria e satisfação, dos gritinhos de felicidade, dos olhares ansiosos esperando sua vez, dos pequenininhos que se recusavam a sair de dentro do castelinho, tamanha era a alegria de pular.
Isso me deixou enternecida e com mais vontade de fazer parte desse mundo materno.
Talvez, depois de experimentar a maternidade, eu entenda a confusão que as mães fizeram.
Também não vou me esquecer das mães e pais que se realizavam ao ver seus pequenos pulando!
Isso compensou a dor nos pés e pernas, afinal foram 4 horas de trabalho.
O que me estressou de vez no final da noite, foi o fato de ter que voltar a pé pra casa!
Aff! Preciso, urgentemente, comprar uma moto!
hehehehe
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Meu blog anda completamente largado às moscas.
Também, os últimos dias têm sido verdadeira provação. E ao reler os últimos posts, não dá nem graça voltar aqui. Quanta melancolia!
Estou decidida a não deixar me abater por isso. Tenho força de vontade e muita fé pra não me deixar abater dessa forma.
Tem acontecido coisas que, por enquanto, não compensam publicar. Quem sabe futuramente?
Hoje é dia das crianças!
Não sou criança, porém gosto de ver a festa que a criançada faz nesse dia.
Fui convocada para trabalhar como voluntária na festa que a Secretaria de Ação Social da minha cidade fará hoje a tarde. A princípio fiquei fula da vida por ser praticamente obrigada a trabalhar em pleno feriado. Mas depois, pensando melhor, vi que não custa nada fazer feliz as crianças mais carentes. Com certeza elas farão um bem enorme ao meu coração, e assim mando mais um tijolinho pro céu! ;c)
Acho bacana quem tem disposição e coragem para montar festas e distribuir brinquedos para crianças carentes. E devo confessar: sou fraca pra caramba! Tenho vontade de participar, mas morro de vergonha. Não sei por que sou assim... Trabalhos voluntários é tão gratificante!
Quando era adolescente, fui com o pessoal da igreja fazer entrega de roupas e cesta básica às famílias pobres da cidade. Fiquei tão impressionada com a miséria daquela gente que, ao invés de ter mais vontade e força para ajudar, acabei por me afastar assustada feito um cordeirinho com medo do lobo.
Hoje quando me lembro disso, morro de vergonha...
Por outro lado, aprendi com minha mãe a doar tudo o que não me é necessário: roupas, calçados, móveis, comida que está sobrando... Eu só não consigo ir pessoalmente entregar. Eu sempre separo e deixo que mamãe se encarregue da entrega.
Pensando bem, devo olhar essa minha fraqueza como um desafio. E os desafios existem para ser superados! Mesmo sabendo que pode levar um tempinho, pretendo enfrentar essa fraqueza e fazer o bem a quem tanto precisa.
Também, os últimos dias têm sido verdadeira provação. E ao reler os últimos posts, não dá nem graça voltar aqui. Quanta melancolia!
Estou decidida a não deixar me abater por isso. Tenho força de vontade e muita fé pra não me deixar abater dessa forma.
Tem acontecido coisas que, por enquanto, não compensam publicar. Quem sabe futuramente?
Hoje é dia das crianças!
Não sou criança, porém gosto de ver a festa que a criançada faz nesse dia.
Fui convocada para trabalhar como voluntária na festa que a Secretaria de Ação Social da minha cidade fará hoje a tarde. A princípio fiquei fula da vida por ser praticamente obrigada a trabalhar em pleno feriado. Mas depois, pensando melhor, vi que não custa nada fazer feliz as crianças mais carentes. Com certeza elas farão um bem enorme ao meu coração, e assim mando mais um tijolinho pro céu! ;c)
Acho bacana quem tem disposição e coragem para montar festas e distribuir brinquedos para crianças carentes. E devo confessar: sou fraca pra caramba! Tenho vontade de participar, mas morro de vergonha. Não sei por que sou assim... Trabalhos voluntários é tão gratificante!
Quando era adolescente, fui com o pessoal da igreja fazer entrega de roupas e cesta básica às famílias pobres da cidade. Fiquei tão impressionada com a miséria daquela gente que, ao invés de ter mais vontade e força para ajudar, acabei por me afastar assustada feito um cordeirinho com medo do lobo.
Hoje quando me lembro disso, morro de vergonha...
Por outro lado, aprendi com minha mãe a doar tudo o que não me é necessário: roupas, calçados, móveis, comida que está sobrando... Eu só não consigo ir pessoalmente entregar. Eu sempre separo e deixo que mamãe se encarregue da entrega.
Pensando bem, devo olhar essa minha fraqueza como um desafio. E os desafios existem para ser superados! Mesmo sabendo que pode levar um tempinho, pretendo enfrentar essa fraqueza e fazer o bem a quem tanto precisa.
sábado, 6 de outubro de 2007
Onde vamos parar?
Nos últimos tempos o assunto mais falado é a mudança climática, o tão temido aquecimento global. Ao assistir o noticiário, mesmo sabendo que isso é real, temos a falsa esperança de que demore muito a acontecer.
As primeiras vezes que ouvi falar sobre o assunto, senti muito medo principalmente do futuro que meus filhos terão. Não sou mãe ainda, mas como a maioria das mulheres eu sonho um dia poder ter filhos.
Moro num pedacinho da Amazônia. E as estações aqui são dividas em duas: Chuvas e Estiagem. Geralmente em setembro as chuvas começam, dando alívio a população que passou meses sofrendo com o calor, poeira e fumaça. No entanto, já estamos no mês de outubro e nada de chuvas! O que se vê é ameaça, cai umas gotinhas e pronto.
Estamos entrando em desespero porque os poços das casas estão secando, os pastos estão cada vez mais secos, o gado está morrendo e os frigoríficos estão quase parando. Agora imaginem como estão sofrendo as pessoas que vivem da agricultura!
Deus do céu! O que será de nós? Nunca senti tanto desespero. Ultimamente às 7:00 da manhã a temperatura já está em 30°. A cidade vive coberta pela fumaça. Respirar tem sido uma tarefa complicadíssima porque, além da poeira e da baixa umidade, as queimadas tem nos 'presenteado' com muita fumaça. Há dias que não dá para se ver muita coisa em nossa frente. Já dirijiram numa estrada coberta por neblina? Então, a sensação é a mesma ao se dirijir entre esse fumaceiro.
Como o homem pode ser tão irresponsável a ponto de queimar o pouco de floresta que nos resta? Será que não percebe que prejudica a si mesmo!?
Não entendo... e cada dia que passa, mais triste fico com essa situação.
Agora só nos resta orar e agir! Porque não dá para ficar de braços cruzados esperando a solução cair do céu.
********************************************************************
Mudando de assunto: ando num estado de nervos danado. Ando angustiada, com medo e um tantinho negativa.
Tenho evitado as pessoas... ir a festas tem se tornado um pesadelo! Não sei o que fazer...
Alguém aí, pode me ajudar?
As primeiras vezes que ouvi falar sobre o assunto, senti muito medo principalmente do futuro que meus filhos terão. Não sou mãe ainda, mas como a maioria das mulheres eu sonho um dia poder ter filhos.
Moro num pedacinho da Amazônia. E as estações aqui são dividas em duas: Chuvas e Estiagem. Geralmente em setembro as chuvas começam, dando alívio a população que passou meses sofrendo com o calor, poeira e fumaça. No entanto, já estamos no mês de outubro e nada de chuvas! O que se vê é ameaça, cai umas gotinhas e pronto.
Estamos entrando em desespero porque os poços das casas estão secando, os pastos estão cada vez mais secos, o gado está morrendo e os frigoríficos estão quase parando. Agora imaginem como estão sofrendo as pessoas que vivem da agricultura!
Deus do céu! O que será de nós? Nunca senti tanto desespero. Ultimamente às 7:00 da manhã a temperatura já está em 30°. A cidade vive coberta pela fumaça. Respirar tem sido uma tarefa complicadíssima porque, além da poeira e da baixa umidade, as queimadas tem nos 'presenteado' com muita fumaça. Há dias que não dá para se ver muita coisa em nossa frente. Já dirijiram numa estrada coberta por neblina? Então, a sensação é a mesma ao se dirijir entre esse fumaceiro.
Como o homem pode ser tão irresponsável a ponto de queimar o pouco de floresta que nos resta? Será que não percebe que prejudica a si mesmo!?
Não entendo... e cada dia que passa, mais triste fico com essa situação.
Agora só nos resta orar e agir! Porque não dá para ficar de braços cruzados esperando a solução cair do céu.
********************************************************************
Mudando de assunto: ando num estado de nervos danado. Ando angustiada, com medo e um tantinho negativa.
Tenho evitado as pessoas... ir a festas tem se tornado um pesadelo! Não sei o que fazer...
Alguém aí, pode me ajudar?
Assinar:
Postagens (Atom)