Sei bem que ainda é cedo para que se faça um balanço do ano. Mas hoje, relendo todos os posts, percebi que passei um ano instável. Fui, de certa forma, feliz nos dois primeiros meses do ano, passei uns meses de decepção, stress, solidão, medo... de repente me reergui. Não me lembro exatamente o que serviu de alavanca para a felicidade que tenho curtido. Talvez o amor próprio recuperado... não sei.
Só sei que o mundo dá voltas, e é nessas voltas que sempre somos surpreendidos pela vida. Hora nos traz coisas desagradáveis e dolorosas, hora nos traz a solução para aquele problema que parece ser maior que o próprio mundo. Sem perceber, estamos aprendendo uma nova lição, uma nova maneira de encarar os desafios que surgem.
Tem coisa melhor do que parar para refletir a vida e descobrir que somos sim capazes de sermos felizes!? Basta ter força de vontade para mudar, ou recomeçar do zero, reescrevendo uma nova história. Sempre com fé. Nunca esquecendo nosso Pai.
Não sei o que me aguarda os próximos (e últimos) meses de 2007. Apenas sinto que estou mais confiante, com mais vontade de ser feliz. Estou aprendendo a lidar com a ansiedade que sempre me assolou. Não significa que nunca mais trocarei os pés pelas mãos, sou humana, portanto, imperfeita. Somente acho que diminuirei meus erros.
Na virada do ano prometi a mim mesma que 2007 seria diferente. Não posso negar que tem sido, mesmo com tantos altos e baixos. Aprendi novas lições, superei momentos ruins, descobri que sou forte e que posso enfrentar os problemas. Me redescobri. E com essa nova descoberta surpreendi amigos e família. Viver de passado? Não quero, não dá! O presente é importantíssimo, quero curti-lo e construir meu futuro, com os pés no chão, confiante e com amor no coração.
O que desejo em 2008?
Sempre me aprimorar como pessoa, não me apegar a ilusões e ser feliz, feliz, feliz, feliz....
sábado, 29 de setembro de 2007
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Para refletir!
Conclusões equivocadas
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.
Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação. O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo. Eles seriam amigos.
E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes. O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra. Depois, veio o dilema: o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho. Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos. A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho. Então surgiu a idéia de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha. Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele. Ao final, as próprias crianças disseram:
- Parece vivo! Ficou lindo.
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam. O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram! Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
- O que foi? Perguntam.
- O coelho, o coelho... morreu! Diz aquele.
- Morreu? - inocentemente fala o pai da família dona do cão - parecia tão bem hoje à tarde.
- Morreu na sexta-feira! - exclama o outro.
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro. O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar. Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos. Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar.
E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos. Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas. Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pense nisso.
To bem melhor! Mais animada!
Postei esse texto porque achei interessantíssimo!
Bom restinho de semana!!!
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.
Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação. O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo. Eles seriam amigos.
E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes. O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra. Depois, veio o dilema: o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho. Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos. A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho. Então surgiu a idéia de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha. Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele. Ao final, as próprias crianças disseram:
- Parece vivo! Ficou lindo.
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam. O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram! Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
- O que foi? Perguntam.
- O coelho, o coelho... morreu! Diz aquele.
- Morreu? - inocentemente fala o pai da família dona do cão - parecia tão bem hoje à tarde.
- Morreu na sexta-feira! - exclama o outro.
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro. O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar. Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos. Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar.
E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos. Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas. Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pense nisso.
To bem melhor! Mais animada!
Postei esse texto porque achei interessantíssimo!
Bom restinho de semana!!!
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Só pra atualizar
Um sorriso não custa nada e rende muito.
Enriquece quem o recebe e não empobrece quem dá.
Dura somente um instante mas sua recordação é eterna.
Ninguém é tão rico que possa dispensar.
Ninguém é tão pobre que não possa dar.
Cria felicidade no lar.
É sustento no trabalho.
Sinal visível de uma amizade profunda.
Um sorriso representa repouso no cansaço, coragem no desânimo, consolo na tristeza e alívio na angústia.
É um bem que não se pode comprar, nem emprestar, nem roubar porque só tem valor no instante que se dá.
Mas se encontrar alguém que recusa um sorriso, seja generoso em dar o seu pois ninguém tanto necessita dele quanto aquele que não sabe dá-lo aos demais!
To down hoje... crise existencial... medo do futuro que me aguarda... dos frutos que colherei lá na frente....
Louco, não!? E quem disse que sou certa????
Enriquece quem o recebe e não empobrece quem dá.
Dura somente um instante mas sua recordação é eterna.
Ninguém é tão rico que possa dispensar.
Ninguém é tão pobre que não possa dar.
Cria felicidade no lar.
É sustento no trabalho.
Sinal visível de uma amizade profunda.
Um sorriso representa repouso no cansaço, coragem no desânimo, consolo na tristeza e alívio na angústia.
É um bem que não se pode comprar, nem emprestar, nem roubar porque só tem valor no instante que se dá.
Mas se encontrar alguém que recusa um sorriso, seja generoso em dar o seu pois ninguém tanto necessita dele quanto aquele que não sabe dá-lo aos demais!
(Desconheço a autoria)
To down hoje... crise existencial... medo do futuro que me aguarda... dos frutos que colherei lá na frente....
Louco, não!? E quem disse que sou certa????
terça-feira, 4 de setembro de 2007
O mundo e suas voltas
Impressionante como as coisas acontecem ao contrário de nossas vontades.
Mais impressionante é se dar conta de que isso pode trazer benefícios! hehehe
Louca a minha introdução, não!? rs
Tenho vivido um momento maravilhoso na minha vida! Me descobri uma nova mulher com atitudes que eu mesma desconhecia que tinha. Havia tempos que eu não sabia o que era ser feliz de verdade, sem neuras, sem preocupações. Será a maturidade chegando???? hohoho
Tenho encarado uma campanha de orações e, como haviam me alertado, estou passando por algumas provações. É bom porque assim fortaleço minha fé. Não são provações que coloquem em risco minha vida ou a vida de alguém próximo. Graças a Deus! São pequenos desentendimentos, alguns desafios de última hora, alguns abalos emocionais. O mais importante é que no final o saldo é positivo! As pequenas vitórias quando somadas se transformam numa grande vitória!
To numa TPM de fazer medo! Se deixar, mordo o pé da mesa de tanto nervoso!
Semana passada preenchi um volante da Mega Sena, três jogos. Só que a antinha aqui fez um joguinho errado! Anulei o errado e pedi para minha mãe fazer os outros dois. Ela não entendeu e jogou o volante fora!!! rs
Nussa! Quando eu soube quase surtei! Fui arrebatada por uma fúria tão grande! Minha vontade era de esmurrar a parede, porque em mamãe ninguém encosta um dedinho! kkk
Minha irmã ria de chorar da minha cara de brava por causa de um volante de jogo! Mas eu encontrei o volante e fiz o jogo! rs Só que não ganhei.... mas pelo menos não fiquei com a pulga atrás da orelha, na incerteza de ter marcado os números certos e não ter jogado! kkkk
Pelo menos agora posso rir da situação!
Ainda bem que a 'sujeita' está chegando, aí eu paro de vez com esse estresse sem cabeça! rs
Mais impressionante é se dar conta de que isso pode trazer benefícios! hehehe
Louca a minha introdução, não!? rs
Tenho vivido um momento maravilhoso na minha vida! Me descobri uma nova mulher com atitudes que eu mesma desconhecia que tinha. Havia tempos que eu não sabia o que era ser feliz de verdade, sem neuras, sem preocupações. Será a maturidade chegando???? hohoho
Tenho encarado uma campanha de orações e, como haviam me alertado, estou passando por algumas provações. É bom porque assim fortaleço minha fé. Não são provações que coloquem em risco minha vida ou a vida de alguém próximo. Graças a Deus! São pequenos desentendimentos, alguns desafios de última hora, alguns abalos emocionais. O mais importante é que no final o saldo é positivo! As pequenas vitórias quando somadas se transformam numa grande vitória!
To numa TPM de fazer medo! Se deixar, mordo o pé da mesa de tanto nervoso!
Semana passada preenchi um volante da Mega Sena, três jogos. Só que a antinha aqui fez um joguinho errado! Anulei o errado e pedi para minha mãe fazer os outros dois. Ela não entendeu e jogou o volante fora!!! rs
Nussa! Quando eu soube quase surtei! Fui arrebatada por uma fúria tão grande! Minha vontade era de esmurrar a parede, porque em mamãe ninguém encosta um dedinho! kkk
Minha irmã ria de chorar da minha cara de brava por causa de um volante de jogo! Mas eu encontrei o volante e fiz o jogo! rs Só que não ganhei.... mas pelo menos não fiquei com a pulga atrás da orelha, na incerteza de ter marcado os números certos e não ter jogado! kkkk
Pelo menos agora posso rir da situação!
Ainda bem que a 'sujeita' está chegando, aí eu paro de vez com esse estresse sem cabeça! rs
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